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As alternativas à Caixa para financiar imóveis

Banco público, que tem 70% do mercado de financiamentos, passa por ajuste de capital e medidas restritivas. Analise se é hora de buscar os concorrentes Por Marília Almeida access_time13 nov 2017, 15h43 - Publicado em 10 nov 2017, 05h00   Casal e casa própria: passando por ajustes, Caixa abre espaço para concorrentes (Tijana87/Thinkstock) São Paulo – A Caixa costuma ser a primeira opção quando o tema é financiamento de imóveis, principalmente por conta das taxas de juros atraentes de suas linhas subsidiadas. Mas, diante de uma dificuldade do banco para alocar recursos, quem tem pressa para obter o financiamento não tem outra opção a não ser pesquisar as condições oferecidas pelos concorrentes. Enquanto busca alternativas para cumprir regras de alocação de capital (principalmente em ter as reservas necessárias exigidas a cada financiamento concedido), o banco não está aceitando novas propostas de financiamento para linhas que utilizam recursos da poupança, enquadradas no SBPE e destinadas a famílias com renda maior do que 4 mil reais. Quem busca essas linhas tem hoje, portanto, quatro opções: Bradesco, BB, Santander e Itaú. O impacto da suspensão de novas propostas na Caixa é grande, já que o banco responde, hoje, por cerca de 40% das concessões no segmento. O banco ressalta, no entanto, que continua a aceitar novas propostas de financiamento para a faixa 3 do programa Minha Casa Minha Vida e na linha Carta de crédito FGTS, que atende famílias com renda de até 7 mil reais. Contudo, além de ambas as linhas financiarem um valor restrito de imóveis (até 240 mil reais, e somente novos), o banco não descarta que em ambas o processo de aprovação do crédito pode ser mais lento, por conta do ajuste de capital pelo qual está passando. Diferenciais dos concorrentes Para quem busca imóveis usados, por exemplo, os concorrentes da Caixa já têm, de saída, uma ampla vantagem em relação ao banco líder no mercado de crédito imobiliário: o porcentual máximo de financiamento do imóvel, que é de mais de 75% em todos eles. A Caixa passou a financiar, a partir de setembro, apenas 50% do valor de imóveis usados em todas as suas linhas. Mas, além dessa vantagem, Marcelo Prata, especialista em crédito imobiliário e diretor do Canal do Crédito, aponta que quem buscar crédito imobiliário nos concorrentes encontra mais facilidades do que há dez anos. “Os privados aprenderam a conceder crédito imobiliário. As condições encontradas não vão divergir muito das encontradas na Caixa”. Prata ressalta que é a primeira vez que os bancos se descolam das restrições de crédito da Caixa.”Antes, se a Caixa restringia o crédito, os bancos restringiam também. Mas agora vemos que eles continuam a reduzir o valor de taxas e mantêm o financiamento de um alto porcentual do valor do imóvel. São realmente uma opção ao mutuário, que deve pesquisar todas as condições oferecidas pelo Custo Efetivo Total da Operação para não cair em pegadinhas como a de seguros caros”.     Fonte: Marília Almeida Publicado em 10 nov 2017, 05h00

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Quais documentos são necessários para uma transação imobiliária segura?

A documentação é um dos principais fatores que podem trazer problemas em uma transação imobiliária. Algo errado pode impedir um fechamento de negócio, ou pior, quando a transação é feita sem consulta rigorosa dos documentos, você e as partes envolvidas poderão ter problemas futuros, precisando da intervenção de um advogado imobiliário na Justiça. Então, confira os principais documentos a serem analisados na captação do imóvel: Do imóvel: - Certidão negativa vintenária de ônus reais. - Cópia autenticada da escritura definitiva em nome dos atuais proprietários, registrada no Cartório de Registro de Imóveis. - Registro de ações reipersecutórias e alienações, obtida também do Cartório de Registro de Imóveis. - Certidão negativa de impostos expedida pela prefeitura ou cópia do carnê de impostos dos últimos cinco anos. - Cópia autenticada do IPTU do ano, com comprovante de pagamento. - Averbação da construção junto ao Cartório de Registro de Imóveis. - Certidão negativa de débitos condominiais (em apartamentos usados). - Planta do imóvel aprovada pela prefeitura ou croqui com dimensões. Quando o imóvel fizer parte de inventário, for de propriedade pública ou entidade privada, como a Igreja Católica, são necessários mais documentos. Do vendedor: - Cópias do RG e CPF; - Cópia do Comprovante de Residência; - Cópia da Certidão de Nascimento, de casamento (dependendo do regime deve apresentar também o pacto), de união estável ou, caso divorciado, a Certidão de Casamento com Averbação. - Certidões negativas: de protestos (cartórios), de ações cíveis e criminais (site da Justiça Federal), de execuções fiscais estadual e municipal (site das secretarias de fazenda), de quitação de tributos federais (site da Receita Federal), de ações trabalhistas (site do Tribunal Superior do Trabalho) e de interdição, tutela e curatela (cartório de registro civil das pessoas naturais e de interdições e tutelas). A seguir os documentos do comprador, a serem analisados no início da negociação: - Cópia do RG e CPF; - Cópia do Comprovante de Residência; - Cópia da Certidão de Nascimento, de casamento (dependendo do regime deve apresentar também o pacto), de união estável ou, caso divorciado, a Certidão de Casamento com Averbação; - Carteira de trabalho e extrato do FGTS (caso seja utilizado o FGTS na compra); - Se menor de 21 anos, a cópia da Escritura de Emancipação; - Se estrangeiro não residente no Brasil, deve apresentar: cópia do CPF, passaporte, cópia da procuração pública para pessoa física residente no Brasil, com poderes de compra e venda de imóveis e cláusulas específicas para notificar e citar procurador extra e judicialmente, com a cópia do RG e comprovante de residência anexada. - Quando autônomo ou microempresário (sem holerite), deve apresentar a declaração de imposto de renda, com os três últimos extratos bancários e com o pro labore.   Fonte: Maíra Mendes I Jornalista do Sindimóveis/MG

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Corretor de Imóveis - Uma profissão com 55 anos

CORRETOR DE IMÓVEIS, UMA PROFISSÃO COM 55 ANOS.                                                 Há 55 anos a profissão Corretor de Imóveis era regulamentada, depois de anos de luta dos Sindicatos Estaduais de Corretores de Imóveis existentes na época a Lei nº 4.116/62 foi instituída e criado o Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (COFECI) e os Conselhos Regionais (CRECI´s). Na prática a figura do corretor de imóveis existe desde o início dos tempos, se considerar a premissa que o homem sempre precisou de um local para morar. Até a Bíblia Sagrada faz referências às transações de propriedades de imóveis, como em Jeremias 32 – 9 e 10: (...) Assim, comprei do meu primo Hanameel a propriedade que ele possuía em Anatote. Pesei a prata e lhe paguei dezessete peças de prata. Assinei e selei a escritura, e pesei a prata na balança, diante de testemunhas por mim chamadas". No início do século XX a profissão recebeu a nomenclatura: Corretor de Imóveis. Os primeiros corretores foram fundamentais para a urbanização e crescimento do país e com o passar do tempo, o mercado imobiliário se tornou uma excelente fonte de investimento, atraindo pessoas de diversas áreas do conhecimento. Hoje, mais de 80% dos alunos que cursam o Técnico em Transações Imobiliárias, no Centro de Formação Paulo César Dias de Souza (colégio do Sindimóveis/MG), possuem ensino superior. Em qualquer transação imobiliária, somente o corretor de imóveis pode garantir a segurança e tranquilidade para as partes. Além de responder civil e criminalmente por qualquer dano ou prejuízo causado, ele possui o conhecimento necessário para efetuar o processo. São inúmeros detalhes envolvidos, desde o valor real da propriedade a documentos do imóvel e das partes (vendedor e comprador ou locador e locatário).   Fonte: Maíra Mendes I Jornalista do Sindimóveis/MG

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